
8.5.09
Sobre «A Caipirinha de Aron»
A Caipirinha de Aron
Tal como a famosa bebida brasileira, ‘A Cairipinha de Aron’ é uma obra refrescante. Nela, há rasgos de humor, análises rigorosas e uma dissecação permanente e vital da actualidade.
Investigador do Instituto Português de Relações Internacionais da Universidade Nova de Lisboa, Henrique Raposo, o autor, é conhecido sobretudo pelas suas crónicas semanais no jornal ‘Expresso’, onde num estilo ora leve ora mais seco, mas sempre inconfundível, tem depurado os factos do país e do mundo.
Mantorras e Sócrates na Terra do “Inho”, Porreirismo em Pequim, Capitalismo Chico-Esperto, E se Obama Fosse Português?, Lisboa é um Penico, A (Verdadeira) Geração Rasca, O Bordel Partidário e Anjos, Arguidos e os McCann são apenas algumas das crónicas de leitura incontornável (ainda que o prazer ultrapasse largamente a obrigação cultural).
In: http://www.reconquista.pt/noticia.asp?idEdicao=178&id=13639&idSeccao=1808&Action=noticia
Tal como a famosa bebida brasileira, ‘A Cairipinha de Aron’ é uma obra refrescante. Nela, há rasgos de humor, análises rigorosas e uma dissecação permanente e vital da actualidade.
Investigador do Instituto Português de Relações Internacionais da Universidade Nova de Lisboa, Henrique Raposo, o autor, é conhecido sobretudo pelas suas crónicas semanais no jornal ‘Expresso’, onde num estilo ora leve ora mais seco, mas sempre inconfundível, tem depurado os factos do país e do mundo.
Mantorras e Sócrates na Terra do “Inho”, Porreirismo em Pequim, Capitalismo Chico-Esperto, E se Obama Fosse Português?, Lisboa é um Penico, A (Verdadeira) Geração Rasca, O Bordel Partidário e Anjos, Arguidos e os McCann são apenas algumas das crónicas de leitura incontornável (ainda que o prazer ultrapasse largamente a obrigação cultural).
In: http://www.reconquista.pt/noticia.asp?idEdicao=178&id=13639&idSeccao=1808&Action=noticia
7.5.09
«Os Anos Sócrates: viagem pelos últimos anos da política nacional», Fernando Sobral (184 páginas/ PVP: 16,95 €): Pungentes, claras, objectivas. São assim as crónicas de Fernando Sobral. Não há rodeios nem subtilezas, as ideias são expressas abertamente e sempre com uma dose elevada de franqueza. Não há condescendência nem falsos moralismos, antes análises rigorosas e bem-humoradas.
«(Portugal) Continua a ser uma espécie de Nuno Gomes: quando pode marcar um golo, atira-se para o chão. À espera que um penalty o salve. Tem medo de tomar decisões» (Fernando Sobral)
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6.5.09
Na Gestão Plus em Maio, a não perder!
As empresas estão cada vez mais viradas para a espiritualidade, não só porque esta pode melhorar a produtividade dos seus empregados, mas porque são precisos novos caminhos para uma nova economia. Todos fazemos parte de uma geração em que os recursos naturais, nomeadamente o petróleo, estão a entrar na sua fase de esgotamento. Por isso, encontramo-nos numa excelente ocasião – talvez seja mesmo a nossa última oportunidade – de voltar a dar sentido ao progresso.A espiritualidade, reduzida à sua essência mais fundamental, significa apenas uma mudança do ponto de vista, uma consciência dos processos, enquanto observação, sem apego a qualquer um dos processos observados. Buda CEO passa em revista algumas das novas descobertas na ciência, na meditação, no coaching e explora pensamentos e tomadas de decisão ou gestão de empresas alternativas, através de entrevistas a gurus como Anthony Robbins, Malcolm Gladwell, Deepak Chopra e Amit Goswami.
Conheça as ferramentas que usam hoje as empresas do futuro para se tornarem mais inteligentes e serem capazes de inovar, e descubra como «caminhar sobre brasas» pode ajudar a ter sucesso.
5.5.09
Novidade Bertrand do início de Maio

Do Prefácio:
«Tudo escrito da forma mais difícil: a crónica breve.
Dizem-me décadas de imprensa que o mais complexo é o vazar muitas ideias em poucas palavras.
O melhor que conheci nessa arte foi Vasco Pulido Valente em O País das Maravilhas.
Dizem-me décadas de imprensa que o mais complexo é o vazar muitas ideias em poucas palavras.
O melhor que conheci nessa arte foi Vasco Pulido Valente em O País das Maravilhas.
Aliás, quase a par de António Barreto, também no Expresso — anos 80, um e outro batendo Vergílio Ferreira, que, a contragosto,
ensaiou a experiência por sugestão minha, por curto tempo.
Fernando Sobral recupera esse desafio da crónica sucinta, o que acentua a vivacidade da sua opinião.
Em suma, um livro a comprar, ler e guardar. Pelo conteúdo e pela forma. E, claro, pela matéria versada.»
ensaiou a experiência por sugestão minha, por curto tempo.
Fernando Sobral recupera esse desafio da crónica sucinta, o que acentua a vivacidade da sua opinião.
Em suma, um livro a comprar, ler e guardar. Pelo conteúdo e pela forma. E, claro, pela matéria versada.»
Marcelo Rebelo de Sousa
4.5.09
Os «ensaios faliciosos» segundo Henrique Raposo
«Sem medo da polémica, Henrique Raposo, investigador e colunista do Expresso, aponta cinco "ensaios falaciosos" publicados emPortugal.
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A Sociedade Aberta e os Seus Inimigos, Karl Popper.
A Sociedade Aberta e os Seus Inimigos, Karl Popper.
Editorial Fragmentos.
Este livro revela que Popper é medíocre como pensador político. A ideia de que Platão foi o primeiro colectivista totalitário é simplesmente disparatada.
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A Raiva e o Orgulho, Oriana Fallaci.
Difel.
É o exemplo máximo da histeria anti-islâmica. Fallaci respondeu à diabolização do Ocidente – feita pelos islamistas – comuma diabolização do Islão.
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A Marioneta e o Anão –O Cristianismo entre Perversão e Subversão, Slavoj Zizek.
Relógio d’Água.
Já tínhamos stand-up comedy. Agora temos stand-up philosophy. E Zizek é o bobo-mor desta corte pós-moderna. Neste circo opinativo semcritérios, a obscuridade cómica de Zizek é transformada emsofisticação intelectual. Em A Marioneta e o Anão – uma suposta reflexão sobre o cristianismo – vemos Zizek a brincar comovos Kinder. Mais: Zizek "analisa" os ovos Kinder através de citações dispersas de Hegel, Lacan, Marx, entre outros. Tudo se resume a um name-dropping sem sentido, que acaba por ser uma manifestação de humor involuntário. Ou talvez não. O raciocínio de Zizek é tão mau que, num acto de piedade, podemos considerar o seguinte: os textos de Zizek são propositadamente maus; porventura, Zizek está mesmo a fazer humor de forma consciente.
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Orientalismo, Edward Said.
Cotovia
Orientalismo codificou o "politicamente correcto" (a alcunha da esquerda desde os anos 70). Resumindo, Said afirmou que o "ocidental" não pode criticar o "outro", porque qualquer crítica ocidental estará sempre contaminada pelas relações de poder (Ocidente forte versus "Outro" fraco). Aquilo que escapou a Said é o seguinte: a verdade não depende do poder. Aliás, o pensamento livre depende da separação entre as variáveis verdade e poder. Ao fundir as duas, Said inventou a Nova Esquerda,mas tambéminventou uma falácia epistemológica. Uma cultura fraca pode não ter razão perante uma cultura forte, isto é, o poder estrutural de X não determina a legitimidade moral de X.
Um só Mundo – A Ética da Globalização, Peter Singer.
Gradiva
Peter Singer defende uma ética para uma comunidade mundial. Ora, na realidade internacional,
não existe essa comunidade mundial de indivíduos sonhada por Singer. Mas a realidade nunca interessou a idealistas como Singer. Se temos a virtude do nosso lado, por que razão devemos
perder tempo comos factos?»
Peter Singer defende uma ética para uma comunidade mundial. Ora, na realidade internacional,
não existe essa comunidade mundial de indivíduos sonhada por Singer. Mas a realidade nunca interessou a idealistas como Singer. Se temos a virtude do nosso lado, por que razão devemos
perder tempo comos factos?»
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In: Revista Ler, Maio 2009
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